segunda-feira, 20 de setembro de 2010
4 alunos da Escola Secundária de Lagoa, em São Miguel, representam Portugal na 22ª edição do “European Contest of Young Scientists”

Uma equipa de 4 alunos da Escola Secundária de Lagoa, em S. Miguel, representará Portugal na 22ª edição do “European Contest of Young Scientists” - EUCYS/Final Europeia para Jovens Cientistas.
O evento vai decorrer em Lisboa, entre os dias 24 e 29 de Setembro, e a participação açoriana será efectuada com o projecto Programa de Biomonitorização da Doença Vibroacústica, uma doença causada pela exposição excessiva a ruídos de baixa frequência.
Esta grande Final, promovida pela Fundação da Juventude em conjunto com a Comissão Europeia, vai juntar no Museu da Electricidade 132 jovens, com idades entre os 15 e os 20 anos, de 39 países.
Ao todo, 88 projectos científicos e de investigação irão concorrer entre si. Os prémios, que serão entregues no dia 28 de Setembro na presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, e pela Ministra da Educação, Isabel Alçada, incluem não só valores pecuniários, mas também a oportunidade dos vencedores estagiarem em laboratórios de referência internacional, através do Instituto Europeu de Patentes e o EIROforum - um organismo composto por sete organizações intergovernamentais europeias líderes mundiais nos diversos respectivos campos da ciência.
O evento vai decorrer em Lisboa, entre os dias 24 e 29 de Setembro, e a participação açoriana será efectuada com o projecto Programa de Biomonitorização da Doença Vibroacústica, uma doença causada pela exposição excessiva a ruídos de baixa frequência.
Esta grande Final, promovida pela Fundação da Juventude em conjunto com a Comissão Europeia, vai juntar no Museu da Electricidade 132 jovens, com idades entre os 15 e os 20 anos, de 39 países.
Ao todo, 88 projectos científicos e de investigação irão concorrer entre si. Os prémios, que serão entregues no dia 28 de Setembro na presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, e pela Ministra da Educação, Isabel Alçada, incluem não só valores pecuniários, mas também a oportunidade dos vencedores estagiarem em laboratórios de referência internacional, através do Instituto Europeu de Patentes e o EIROforum - um organismo composto por sete organizações intergovernamentais europeias líderes mundiais nos diversos respectivos campos da ciência.
in acores.rtp.pt
domingo, 19 de setembro de 2010
Oktoberfest - Festa da cerveja de Munique

A Oktoberfest festeja o bicentenário. Ao longo de duas semanas são esperados mais de sete milhões de visitantes, um local de culto e uma verdadeira peregrinação para os apreciadores de uma boa cerveja.
A Oktoberfest, a festa da cerveja de Munique, é o evento mais popular da Europa.
A primeira edição realizou-se a 12 de outubro de 1810. Durante duas semanas, sete milhões de visitantes consumem mais de oito milhões de litros de cerveja.
No interior do recinto existem diversas tendas gigantes onde é possível ouvir e dançar ao som de música tradicional da Baviera, brincar nos carrosséis, assistir a corridas de cavalos, comprar souvenirs e, claro, beber cerveja e comer salsichas, peixe e frango grelhados.
Para assinalar o bicentenário da Oktoberfest, seis grandes cervejarias de Munique produziram cerveja de acordo com receitas antigas, para tentar reproduzir o gosto da época. A receita desta bebida, que só será comercializada durante a feira de Munique, é cuidadosamente guardada no Museu da Festa.
O prefeito de Munique, Christian Ude, perfurou o primeiro barril de cerveja, um ritual que se mantém intacto há 60 anos.
Desde os anos 1980, a Oktoberfest recebe uma média de sete milhões de visitantes, 72% dos quais são da região e 19% são turistas estrangeiros, que consomem um litro de cerveja por pessoa.
Cada visitante gasta em média 54 euros, que representam 830 milhões de euros para os cofres da cidade. Cada caneca de litro de cerveja, o pedido mínimo, custa este ano 8,30 e 8,90 euros.
A primeira edição realizou-se a 12 de outubro de 1810. Durante duas semanas, sete milhões de visitantes consumem mais de oito milhões de litros de cerveja.
No interior do recinto existem diversas tendas gigantes onde é possível ouvir e dançar ao som de música tradicional da Baviera, brincar nos carrosséis, assistir a corridas de cavalos, comprar souvenirs e, claro, beber cerveja e comer salsichas, peixe e frango grelhados.
Para assinalar o bicentenário da Oktoberfest, seis grandes cervejarias de Munique produziram cerveja de acordo com receitas antigas, para tentar reproduzir o gosto da época. A receita desta bebida, que só será comercializada durante a feira de Munique, é cuidadosamente guardada no Museu da Festa.
O prefeito de Munique, Christian Ude, perfurou o primeiro barril de cerveja, um ritual que se mantém intacto há 60 anos.
Desde os anos 1980, a Oktoberfest recebe uma média de sete milhões de visitantes, 72% dos quais são da região e 19% são turistas estrangeiros, que consomem um litro de cerveja por pessoa.
Cada visitante gasta em média 54 euros, que representam 830 milhões de euros para os cofres da cidade. Cada caneca de litro de cerveja, o pedido mínimo, custa este ano 8,30 e 8,90 euros.
in visao.pt
sábado, 18 de setembro de 2010
Governo Regional dos Açores atribui bolsa de estudo de quase 10 mil euros a filho da secretária do Trabalho

O subsídio nada teria de anormal, se o filho da governante não estivesse a tirar um curso de piloto de linha aérea, curso que, só a partir de Outubro do ano passado, passou a fazer parte do regulamento de concessão de bolsas de estudo, modificado e assinado por Ana Paula Marques.
Para a frequência desse curso, foi atribuída uma bolsa muito superior àquela que é atribuida aos restantes bolseiros.O caso não passou despercebido aos mais atentos: já ontem, na rede social do Facebook, podiam ler-se referências e comentários a esta situação: o Governo dos Açores atribuiu uma bolsa de estudo de 9.500 euros ao filho da secretária regional do Trabalho e Solidariedade Social, Ana Paula Marques.Miguel Marques Malaquias está a tirar um curso de piloto de linha aéra, em Évora.Trata-se de um curso que, só a partir de Outubro passado, integrou o regulamento de concessão de bolsas de estudo do Governo.E, quem foi o autor da alteração ? A propria secretária, Ana Paula Marques. A governante não só introduziu o curso de piloto de linha aérea no regulamento de bolsas, como, também, aumentou o valor dos apoios.Todas as bolsas de estudo são financiadas com um subsídio equivalente a 65% da remuneração mínima mensal nos Açores, mas a secretária decidiu majorar o curso do filho com um subsídio equivalente a 150% da remuneração mínima mensal.O apoio é legal, mas fica a ideia de que o fato foi feito à medida.A secretária regional do Trabalho "recusa a ideia de favorecimento do filho".Apesar de contactada pela Antena 1/Açores, Ana Paula Marques preferiu responder através de uma nota divulgada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social, que está publicada na Internet, no portal do Governo, como um esclarecimento da Presidência do Governo.A nota explica que "os apoios para os cursos de piloto de aviação civil eram atribuídos através de outros programas: numa primeira fase, até 2007, através do PODESA e, a partir dessa altura e até 2009, por Portaria do Governo".A secretária, Ana Paula Marques, decidiu optar "por integrar esses apoios no regulamento das bolsas de estudo, apenas para tornar a atribuição do subsídio mais transparente" - lê-se na nota do GaCS.
Para a frequência desse curso, foi atribuída uma bolsa muito superior àquela que é atribuida aos restantes bolseiros.O caso não passou despercebido aos mais atentos: já ontem, na rede social do Facebook, podiam ler-se referências e comentários a esta situação: o Governo dos Açores atribuiu uma bolsa de estudo de 9.500 euros ao filho da secretária regional do Trabalho e Solidariedade Social, Ana Paula Marques.Miguel Marques Malaquias está a tirar um curso de piloto de linha aéra, em Évora.Trata-se de um curso que, só a partir de Outubro passado, integrou o regulamento de concessão de bolsas de estudo do Governo.E, quem foi o autor da alteração ? A propria secretária, Ana Paula Marques. A governante não só introduziu o curso de piloto de linha aérea no regulamento de bolsas, como, também, aumentou o valor dos apoios.Todas as bolsas de estudo são financiadas com um subsídio equivalente a 65% da remuneração mínima mensal nos Açores, mas a secretária decidiu majorar o curso do filho com um subsídio equivalente a 150% da remuneração mínima mensal.O apoio é legal, mas fica a ideia de que o fato foi feito à medida.A secretária regional do Trabalho "recusa a ideia de favorecimento do filho".Apesar de contactada pela Antena 1/Açores, Ana Paula Marques preferiu responder através de uma nota divulgada pelo Gabinete de Apoio à Comunicação Social, que está publicada na Internet, no portal do Governo, como um esclarecimento da Presidência do Governo.A nota explica que "os apoios para os cursos de piloto de aviação civil eram atribuídos através de outros programas: numa primeira fase, até 2007, através do PODESA e, a partir dessa altura e até 2009, por Portaria do Governo".A secretária, Ana Paula Marques, decidiu optar "por integrar esses apoios no regulamento das bolsas de estudo, apenas para tornar a atribuição do subsídio mais transparente" - lê-se na nota do GaCS.
in acores.rtp.pt
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Governo rejeita críticas sobre nova Lota do Corvo

O Governo Regional dos Açores rejeitou as críticas sobre a nova Lota do Corvo, assegurando ser “falso” que a capacidade de refrigeração e produção de gelo das novas instalações seja inferior à anterior.
“A capacidade de armazenagem de congelados praticamente duplicou, tendo passado de duas câmaras com 40 metros cúbicos para três câmaras com 75 metros cúbicos”, refere uma nota divulgada pela Subsecretaria Regional das Pescas.O documento acrescenta também aumentou a capacidade de armazenagem de refrigerados, que passou de “uma câmara com 30 metros cúbicos, para duas câmaras com 47 metros cúbicos”.A Subsecretaria Regional das Pescas salienta, por outro lado, que a capacidade dos equipamentos de fornecimento de gelo também cresceu, passando de “uma máquina com capacidade de produção de duas toneladas por dia, para duas máquinas que produzem quatro toneladas por dia”.Relativamente à casa das máquinas da nova lota, o executivo regional assegura que “sempre esteve programada, desde o inicio da obra, para ser instalada no topo do edifício, em estrutura especial com ventilação apropriada, dado que as normas para a instalação daqueles equipamentos mecânicos e eléctricos de apoio ao funcionamento do entreposto de frio obrigam a que não estejam dentro do edifico, por ser um local onde se manuseia pescado destinado ao consumo humano”.O líder e deputado regional do PPM/Açores, Paulo Estêvão, criticou na quinta-feira o governo regional por estar a finalizar a construção da nova Lota do Corvo "com recurso a pré-fabricados”.“Como se enganaram no tamanho do edifício e as máquinas de frio não cabem lá dentro, resolveram remendar o erro com a construção de um novo andar em pré-fabricado para as colocar”, disse o deputado, em declarações à Lusa, depois de uma visita àquelas instalações.
in acorianooriental.pt
Publicado concurso para nova aerogare no Corvo
"O concurso para a elaboração do projecto da nova aerogare do Aeródromo do Corvo foi hoje publicado no Jornal Oficial da União Europeia, podendo as propostas ser apresentadas até 19 de Novembro. O concurso tem um preço base de 250 mil euros, acrescido de IVA e inclui o armazém para o material de placa e o edifício do Serviço de Socorro e Luta contra Incêndios. Neste projecto está também incluído o posto de transformação e grupo de emergência, a correcção da directriz e da rasante do arruamento de acesso à actual aerogare e os arranjos exteriores, com acesso pedonal e de viaturas à nova aerogare. O projecto deve ainda incluir o parque de estacionamento e a demolição do morro onde está implantado o restaurante, além da alteração da vedação."In Açoriano Oriental
Foto daqui
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
É mesmo para rir!!!

Vila do Corvo (12h05m)
Um dos melhores dias do ano... (em quem o mar parece um lago) o Ariel ficou em doca seca porque ao que parece o mar está mau!
Não sei (nem ninguém sabe!) onde estará esse mar agitado, uma vez que as embarcaçoes semi-rígidas das Flores chegaram carregadas de turistas e estão encostadas ao cais a repousar.
Sair do Corvo custa sempre mas tem mesmo de ser
"Ao início da tarde desta segunda-feira, a aterragem do avião no aeródromo do Corvo significava que a partida de dois jovens corvinos rumo à ilha Terceira iria acontecer dentro de escassos minutos. Não seria mais uma viagem de férias ou de lazer, mas sim uma deslocação de vários meses, longe do conforto do lar e do aconchego da família, para dar continuidade a uma missão: estudar e construir um futuro. Um desígnio a que sempre estiveram e ainda estão sujeitos os jovens estudantes da mais pequena ilha do arquipélago. E ainda que não fosse a primeira vez, Hugo Andrade e Pedro Estêvão não escondiam a tristeza de deixar para trás a família e os amigos.“Sair do Corvo custa sempre mas tem mesmo de ser e não tarda nada estão aí as férias do Natal”, desabafava Pedro Estêvão, enquanto João, o irmão mais novo, o seguia de olhar cabisbaixo, denotando a sua tristeza de mais uma despedida. “O meu irmão vai embora e o pai também viajava algumas vezes. Assim, sou só eu e a minha mãe em casa”, justificava. Mais velho e também mais habituado a estas partidas, Hugo Andrade já encara a situação como “mais um até logo”. “Quando terminei o 9º ano sabia que era isto que me esperava se quisesse continuar a estudar. Ao início é muito complicado mas depois acabamos por nos habituar”, confessa. Ainda assim, não esconde que “estar por conta própria” traz muitas responsabilidades. “Como te desenrascas sem os cozinhados da mamã?”, foi uma das questões do AO que, como resposta, teve apenas um sorriso maroto, como se pretendesse ocultar alguma situação embaraçosa. Mas depois lá veio um “Nós arranjamos solução!”. Terminado o 12º ano no ensino profissional na área da informática, Hugo Andrade já poucas esperanças conserva de voltar para a sua terra natal. Para já, está apostado em fazer o estágio profissional na ilha Terceira. Aida Andrade, a mãe, que também já aprendeu a lidar com as idas frequentes ao aeródromo para deixar os filhos, não faz qualquer reserva quanto às expectativas do jovem, embora o coração “esteja sempre apertado”. “Por muito que me custe a distância e as saudades, tenho a noção de que as oportunidades aqui no Corvo são muito reduzidas e que ele têm de procurar o melhor para o seu futuro”, assegura. Quem também já pensa no futuro são Filipe Rosa e Jorge Lima, os dois alunos da turma do 9º ano que o AO foi encontrar no átrio da Escola Básica e Integrada Mouzinho da Silveira. “Agora que cheguei ao último ano em que é possível estudar no Corvo, já começo a imaginar como será”, assume . “Qualquer jovem que viva no Corvo sabe, desde muito cedo, que é isso que o espera. Por isso, acho que vamo-nos mentalizando para isso”, acrescenta Jorge. Mas nem só de partidas se fazem as histórias que por estes dias passam pelo aeródromo do Corvo. Partem os jovens estudantes mas chegam os professores. Catarina Ferreira, professora de Ciências, por exemplo, veio de Viana do Castelo e confessa que o Corvo não foi a sua primeira opção. Casada de fresco, viu-se sujeita a rumar aos Açores. Diz que ainda está a habituar-se à realidade da vida na mais pequena ilha do arquipélago e à própria escola. “O ano passado estive na Terceira mas esta é uma experiência completamente nova. O ensino, por força do número de alunos, é muito mais individualizado e o nosso apego e interacção com os miúdos é muito maior”, indica. Sara Santos, professora de História, é um caso diferente pois colocou a escola do Corvo no topo das preferências:“É o meu segundo ano no Corvo. Gostei muito da experiência, não só ao nível do meio escolar, mas também da envolvência com a população, a amizade que aqui se cria. Isto para não falar da beleza e tranquilidade desta ilha”."
In Açoriano Oriental
domingo, 12 de setembro de 2010
Corvo combate plantas invasoras
O Parque Natural do Corvo está a efectuar um conjunto de acções que visam o controlo e, quando possível, a erradicação de algumas espécies de plantas invasoras. “O objectivo principal desta iniciativa é a preservação do património natural da ilha, combatendo algumas plantas que, ao longo do tempo, foram sendo introduzidas na ilha e que ameaçam ocupar o espaço disponível para as espécies nativas”, informa fonte do Governo Regional. “No caso do Corvo, sendo uma Reserva da Biosfera, reconhecendo assim que apenas com a excelência do mundo natural haverá maiores hipóteses de implementar uma estratégia de desenvolvimento sustentável, reveste-se de particular importância manter em óptimo estado o nosso património” adiantou o director regional do Ambiente, Frederico Cardigos. A conteira, a cana e o chorão são as espécies que o Parque está a controlar durante este ano.
in acorianooriental.pt
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Patrão Neves prossegue "Roteiro dos Produtos Regionais de Qualidade" no grupo Ocidental

A eurodeputada social-democrata realiza, nos dias 10, 11 e 12 de Setembro mais uma etapa do seu "Roteiro dos Produtos Regionais de Qualidade", desta vez nas ilhas do grupo Ocidental, revela nota enviada à comunicação social.
Na ilha das Flores, Patrão Neves privilegiará os produtos lácteos de qualidade, o queijo, a manteiga e osiogurtes. A eurodeputada dedicará também atenção à carne IGP, uma vez que as Flores são a terceira ilha em volume de produção. Na etapa das Flores, estão ainda previstas reuniões de trabalho com a direcção da Associação Agrícola da ilha das Flores, a direcção da Cooperativa Ocidental e também com a direcção da Delegação das Flores da Câmara do Comércio e Indústria da Horta.
No Corvo, Patrão Neves reunirá com a direcção da Associação Agrícola e com o Presidente da Cooperativa Lacticorvo. Visitará ainda a exploração de José Alves Mendes.À margem do Roteiro dos Produtos Regionais de Qualidade, a eurodeputada Patrão Neves reunirá com a direcção da Associação de Pescadores tanto da ilha das Flores, como do Corvo, no sentido de informar acerca das mais recentes orientações comunitárias no âmbito da pesca e de ouvir as principais preocupações do sector neste extremo ocidental dos Açores.
in acorianooriental.pt
PPM exige construção de um novo cais comercial no Corvo

O líder do PPM/Açores, Paulo Estêvão, anunciou esta quinta-feira que vai apresentar na Assembleia Legislativa Regional um projecto de resolução que visa defender a construção de um novo cais comercial na ilha do Corvo.
Paulo Estêvão, que convocou os jornalistas para apresentar a proposta, considerou que não se justifica que o governo regional continue a gastar cerca de um milhão de euros por ano para que o Corvo "continue dependente da ilha das Flores em matéria de transporte de mercadorias”.Para inverter este quadro, o líder e deputado regional do PPM/Açores defendeu a realização de um estudo para determinar as dimensões do futuro porto comercial, que deverá ter capacidade para receber navios de mercadorias que venham directamente do continente.“Tenho a certeza que, em menos de uma década, este investimento estará pago e o problema resolvido”, frisou Paulo Estêvão, que considerou esta obra "fundamental" também para o crescimento das actividades turísticas e do sector das pescas no Corvo.
in acorianooriental.pt
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Ensino secundário nocturno não encerra nos Açores

Não encerra nos Açores o ensino secundário nocturno, ao contrário do que vai acontecer no Continente português.
Até agora, na Região Autónoma dos Açores estão inscritos 350 alunos.Segundo disse à Antena 1 /Açores a directora regional da Educação, Fabíola Cardoso, "esta componente nocturna continua a ser muito importante no arquipélago dos Açores".No entanto, ao contrário do que tem acontecido no resto do País, houve uma quebra de cerca de 50% dos interessados, mas, o ensino secundário nocturno na Região continua a ser apetecível para os alunos.Outra oportunidade de formação é, a partir deste ano lectivo 2010-2011, o programa "Reactivar", no ensino nocturno, quer em estabelecimentos de ensino oficiais, quer em várias instituições, programa que o Governo dos Açores aguarda uma boa adesão.
Até agora, na Região Autónoma dos Açores estão inscritos 350 alunos.Segundo disse à Antena 1 /Açores a directora regional da Educação, Fabíola Cardoso, "esta componente nocturna continua a ser muito importante no arquipélago dos Açores".No entanto, ao contrário do que tem acontecido no resto do País, houve uma quebra de cerca de 50% dos interessados, mas, o ensino secundário nocturno na Região continua a ser apetecível para os alunos.Outra oportunidade de formação é, a partir deste ano lectivo 2010-2011, o programa "Reactivar", no ensino nocturno, quer em estabelecimentos de ensino oficiais, quer em várias instituições, programa que o Governo dos Açores aguarda uma boa adesão.
in acorianooriental.pt
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Ano lectivo arranca no Corvo com turmas com apenas dois alunos

Na ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, há turmas apenas com dois alunos e professores que ensinam "um pouco de tudo", mas quem quiser estudar no secundário tem que sair da ilha.
A Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, a única que existe no Corvo, tem cerca de quatro dezenas de alunos e uma dezena e meia de professores, que lecionam do 1.º ao 9.º ano de escolaridade.
Numa ilha com menos de 500 habitantes, as turmas desta escola caracterizam-se por ter poucos alunos, tendo Deolinda Estevão, presidente do Conselho Executivo, revelado à Lusa que neste ano letivo há "quatro alunos no 7.º ano e o mesmo número no 8.º ano".
"Na turma do 9.º ano de escolaridade há dois alunos", acrescentou.
A escola tem ainda seis alunos no 5.º ano e cinco no 6.º ano, enquanto no 1.º ciclo do ensino básico as turmas têm entre sete e nove alunos.
“São turmas relativamente pequenas", afirmou Deolinda Estevão, o que tem a vantagem de permitir "um ensino mais individualizado", mas "não estimula a competitividade entre os alunos".
Por outro lado, numa escola pequena “não é possível criar só um horário de Geografia, História ou Biologia", pelo que os docentes acabam por "lecionar um pouco de tudo”.
Um dos maiores problemas que se colocam aos alunos do Corvo é que apenas podem estudar nesta ilha até ao fim do ensino básico, pelo que "os jovens que terminam o 9.º ano de escolaridade têm que prosseguir os estudos noutras ilhas".
"A opção dos pais tem sido colocar os filhos nas ilhas onde podem ter apoio familiar”, o que faz com que a maioria dos jovens se inscrevam em escolas do Faial e da Terceira e que, apesar da proximidade, a vizinha ilha das Flores “acabe por não ter a preferência”.
Deolinda Estevão salientou o "grande sacrifício emocional” que é exigido aos jovens que são confrontados com a saída precoce para outra ilha, onde “nem sempre a adaptação é fácil”, além dos custos que a situação comporta para as famílias.
“Apesar de existirem bolsas para residência, não são suficientes. Manuais escolares, transportes e deslocações aéreas são despesas que têm que ser assumidas pelas famílias”, afirmou.
Todos estes condicionalismos fazem com que “muitos jovens não se adaptem” e regressem ao Corvo, optando por concluir o ensino secundário por blocos capitalizáveis, que correspondem aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, uma possibilidade criada há dois anos.
Para ultrapassar esta questão, a presidente do Conselho Executivo da EBI Mouzinho da Silveira defende a criação do ensino secundário regular na mais pequena ilha açoriana, recordando que existem outras escolas com poucos alunos nas turmas deste grau de ensino.
“No Pico existem turmas muito reduzidas e isso não inviabiliza o ensino secundário regular naquela ilha. Faz todo o sentido que o Corvo também o tenha”, frisou.
Numa ilha com menos de 500 habitantes, as turmas desta escola caracterizam-se por ter poucos alunos, tendo Deolinda Estevão, presidente do Conselho Executivo, revelado à Lusa que neste ano letivo há "quatro alunos no 7.º ano e o mesmo número no 8.º ano".
"Na turma do 9.º ano de escolaridade há dois alunos", acrescentou.
A escola tem ainda seis alunos no 5.º ano e cinco no 6.º ano, enquanto no 1.º ciclo do ensino básico as turmas têm entre sete e nove alunos.
“São turmas relativamente pequenas", afirmou Deolinda Estevão, o que tem a vantagem de permitir "um ensino mais individualizado", mas "não estimula a competitividade entre os alunos".
Por outro lado, numa escola pequena “não é possível criar só um horário de Geografia, História ou Biologia", pelo que os docentes acabam por "lecionar um pouco de tudo”.
Um dos maiores problemas que se colocam aos alunos do Corvo é que apenas podem estudar nesta ilha até ao fim do ensino básico, pelo que "os jovens que terminam o 9.º ano de escolaridade têm que prosseguir os estudos noutras ilhas".
"A opção dos pais tem sido colocar os filhos nas ilhas onde podem ter apoio familiar”, o que faz com que a maioria dos jovens se inscrevam em escolas do Faial e da Terceira e que, apesar da proximidade, a vizinha ilha das Flores “acabe por não ter a preferência”.
Deolinda Estevão salientou o "grande sacrifício emocional” que é exigido aos jovens que são confrontados com a saída precoce para outra ilha, onde “nem sempre a adaptação é fácil”, além dos custos que a situação comporta para as famílias.
“Apesar de existirem bolsas para residência, não são suficientes. Manuais escolares, transportes e deslocações aéreas são despesas que têm que ser assumidas pelas famílias”, afirmou.
Todos estes condicionalismos fazem com que “muitos jovens não se adaptem” e regressem ao Corvo, optando por concluir o ensino secundário por blocos capitalizáveis, que correspondem aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, uma possibilidade criada há dois anos.
Para ultrapassar esta questão, a presidente do Conselho Executivo da EBI Mouzinho da Silveira defende a criação do ensino secundário regular na mais pequena ilha açoriana, recordando que existem outras escolas com poucos alunos nas turmas deste grau de ensino.
“No Pico existem turmas muito reduzidas e isso não inviabiliza o ensino secundário regular naquela ilha. Faz todo o sentido que o Corvo também o tenha”, frisou.
in acorianooriental.pt
domingo, 5 de setembro de 2010
Animais selvagens em excesso levam a campanha de esterilização de gatos no Corvo

Ter gatos em casa geralmente causa poucos problemas, para além das arranhadelas na mobília ou do ocasional "presente" deixado à porta de casa. Já os gatos selvagens, quando em demasia, podem pôr em causa a sobrevivência de espécies de aves marinhas já de si ameaçadas pela extinção.
No Corvo, são mais os gatos selvagens do que os habitantes, e este facto está a ameaçar o sucesso do projecto Life Ilhas Santuário para as Aves Marinhas.
Desde 2009, a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), em parceria com a secretaria regional do Ambiente e do Mar e com a Câmara Municipal do Corvo tem levado a cabo o projecto.
Trata-se de "um projecto para planear uma possível erradicação de mamíferos infestantes no Corvo que ao mesmo tempo tem uma série de acções demonstrativas do que se pode conseguir com a recuperação de habitats e ao nível da educação ambiental" explicou Pedro Geraldes, coordenador do projecto.
No Corvo, são mais os gatos selvagens do que os habitantes, e este facto está a ameaçar o sucesso do projecto Life Ilhas Santuário para as Aves Marinhas.
Desde 2009, a SPEA (Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves), em parceria com a secretaria regional do Ambiente e do Mar e com a Câmara Municipal do Corvo tem levado a cabo o projecto.
Trata-se de "um projecto para planear uma possível erradicação de mamíferos infestantes no Corvo que ao mesmo tempo tem uma série de acções demonstrativas do que se pode conseguir com a recuperação de habitats e ao nível da educação ambiental" explicou Pedro Geraldes, coordenador do projecto.
in acorianooriental.pt
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
8 anos depois a bomba rebentou! Vai tudo para a cadeia!

"Carlos Silvino, "Bibi" - 18 anos de prisão;
Carlos Cruz- 7 anos de prisão;
Manuel Abrantes - 5 anos e 9 meses de prisão;
Jorge Ritto - 6 anos e 8 meses de prisão;
Ferreira Diniz - 7 anos de prisão;
Gertrudes Nunes - absolvida;
Hugo Marçal - 6 anos e 2 meses de prisão;
O valor das indemizações também foi revelado. Os arguidos terão de pagar 25 mil euros a cada uma das vitimas, à excepção de Carlos Silvino que terá de pagar 15 mil euros.
Carlos Silvino terá que indemnizar 20 vítimas com 15 mil euros cada. Carlos Cruz tem duas vítimas para indemnizar com 25 mil euros cada, Ferreira Diniz três, Jorge Ritto uma, Hugo Marçal duas e Manuel Abrantes duas.
O Tribunal deu como provado todos os crimes de todos os arguidos.
Foram dados como provados os quatro crimes de que estava acusado Carlos Cruz, tal como foram dados como provados quatro crimes para Ferreira Diniz e Manuel Abrantes.
O embaixador Jorge Ritto viu provados os três crimes de que estava acusado, sendo um de lenocínio. Ficaram também comprovados dois crimes de Gertrudes Nunes.
Carlos Silvino, o arguido com maior número de acusações, viu provados crimes contra 25 vítimas.
A tese, defendida sobretudo pela defesa de Carlos Cruz, de que todas as acusações resultavam da manipulação dos jovens foi desmentida pelos juízes na fundamentação do acórdão.
A presidente do colectivo, Ana Peres, afirmou que a tese de acerto de histórias entre as vítimas não é verdadeira porque são referidas "situações que se ramificaram por locais diferentes com abusadores e abusados diferentes", ao invés de uma história comum a todos. "
Carlos Cruz- 7 anos de prisão;
Manuel Abrantes - 5 anos e 9 meses de prisão;
Jorge Ritto - 6 anos e 8 meses de prisão;
Ferreira Diniz - 7 anos de prisão;
Gertrudes Nunes - absolvida;
Hugo Marçal - 6 anos e 2 meses de prisão;
O valor das indemizações também foi revelado. Os arguidos terão de pagar 25 mil euros a cada uma das vitimas, à excepção de Carlos Silvino que terá de pagar 15 mil euros.
Carlos Silvino terá que indemnizar 20 vítimas com 15 mil euros cada. Carlos Cruz tem duas vítimas para indemnizar com 25 mil euros cada, Ferreira Diniz três, Jorge Ritto uma, Hugo Marçal duas e Manuel Abrantes duas.
O Tribunal deu como provado todos os crimes de todos os arguidos.
Foram dados como provados os quatro crimes de que estava acusado Carlos Cruz, tal como foram dados como provados quatro crimes para Ferreira Diniz e Manuel Abrantes.
O embaixador Jorge Ritto viu provados os três crimes de que estava acusado, sendo um de lenocínio. Ficaram também comprovados dois crimes de Gertrudes Nunes.
Carlos Silvino, o arguido com maior número de acusações, viu provados crimes contra 25 vítimas.
A tese, defendida sobretudo pela defesa de Carlos Cruz, de que todas as acusações resultavam da manipulação dos jovens foi desmentida pelos juízes na fundamentação do acórdão.
A presidente do colectivo, Ana Peres, afirmou que a tese de acerto de histórias entre as vítimas não é verdadeira porque são referidas "situações que se ramificaram por locais diferentes com abusadores e abusados diferentes", ao invés de uma história comum a todos. "
in sapo.pt
Predators

PREDADORES, um novo e ousado filme do universo de Predador, com produção de Robert Rodriguez, é estrelado por Adrien Brody como Royce, um mercenário que relutantemente lidera um grupo de combatentes de elite e descobre que eles foram levados para um planeta alienígena para servirem como presas. À exceção de um médico que caiu em descrédito, todos são assassinos a sangue frio: mercenários, mafiosos da Yakuza, presidiários, membros de esquadrões da morte - ou seja, "predadores" humanos que agora serão sistematicamente caçados e eliminados por uma nova raça de Predadores alienígenas.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Projecto "Jovens Açorianos - 20 Estratégias Contra a Pobreza e Exclusão Social
Realiza-se no próximo Sábado, dia 18 de Setembro, com início às 10 horas o terceiro seminário local do Projecto "Jovens Açorianos - 20 Estratégias Contra a Pobreza e Exclusão Social, que decorrerá no Salão Nobre da Câmara Municipal de Vila Nova do Corvo.Porque os Açores são verdadeiramente nove ilhas, nem a mais pequena ilha do arquipélago fica de fora deste projecto que está a ser promovido pela AJITER em todas as ilha do Arquipélago.Aos jovens corvinos, com idades entre os 18 e os 35, fica o nosso convite para que participem neste projecto, sendo que poderãos efectuar a respectiva inscrição neste site.
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